quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estudo: comer carne vermelha aumenta risco de diabetes

Comer duas fatias de toucinho, uma salsicha ou uma porção diária de carne vermelha aumenta significativamente o risco de diabetes tipo 2, alertou um amplo estudo feito nos Estado Unidos e publicado esta quarta-feira na versão online da revista American Journal of Clinical Nutrition. O risco de desenvolver diabetes tipo 2 aumenta 51% se forem consumidas 50 g de carne vermelha processada por dia, e 19% se forem ingeridas 100 g diárias de carne vermelha não processada.
No entanto, estes riscos diminuem se a carne vermelha for substituída por frutas secas, carnes brancas, lácteos pobres em gordura ou proteínas de grão inteiro, explicam os especialistas. Se uma pessoa que consome 100 g de carne vermelha todos os dias trocar por frutas secas para obter a mesma quantidade de proteínas, diminui em 17% o risco de diabetes. Este número aumenta para 23% se forem consumidos cereais integrais.
O estudo
Realizado por cientistas da Escola de Saúde Pública de Harvard, esta é a maior pesquisa do tipo feita até agora. "Claramente, os resultados deste estudo têm implicações na saúde pública, em vista da epidemia crescente de diabetes tipo 2 e do consumo de carnes vermelhas em todo o mundo", disse o autor principal do estudo, Frank Hu.
"A boa notícia é que estes fatores de risco preocupantes podem ser compensados, substituindo a carne vermelha por uma proteína mais saudável", acrescentou Hu, professor de nutrição e epidemiologia.
Os dados utilizados no estudo foram obtidos em um questionário que profissionais da saúde submeteram a mais de 200 mil pessoas nos Estados Unidos. As pessoas estudadas foram acompanhadas entre os 14 e os 28 anos.
A doença
A diabetes tipo 2 afeta 350 milhões de adultos em todo o mundo. Nos Estados Unidos, mais de 11% dos adultos maiores de 20 anos - 25,6 milhões - sofrem da doença, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.
Doença crônica que implica em elevados níveis de açúcar no sangue, a diabetes tipo 2 é frequentemente causada por obesidade, sedentarismo e hábitos alimentares pouco saudáveis.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5290437-EI8147,00-Estudo+comer+carne+vermelha+aumenta+risco+de+diabetes.html


Comentário:Isso reflete porque o número de pessoas com diabetes aumenta tanto no mundo, e tornando a carne  um tormento para a saúde,meio-ambinete entre outras coisas.

Aquecimento força espécies a migrar mais rápido, diz estudo

As mudanças climáticas parecem estar forçando muitos seres vivos a emigrar para locais mais favoráveis até três vezes mais rapidamente do que se pensava até agora, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science.
Cientistas compilaram estudos anteriores sobre a migração das espécies e os combinaram em uma meta-análise que demonstrou uma clara tendência de movimento rumo a climas mais frios, com migrações mais rápidas nos locais onde o calor é mais intenso.
"Estas mudanças a um distanciamento de animais e plantas em relação ao equador de 20 centímetros por hora, a cada hora do dia, durante todos os dias do ano", disse o responsável pelo projeto, Chris Thomas, professor de Biologia na Universidade de York, no Reino Unido.
"Isto tem acontecido nos últimos 40 anos e vai continuar pelo menos durante o restante deste século", acrescentou. O estudo é "um resumo do estado de conhecimento do mundo sobre como as espécies estão respondendo às mudanças climáticas", explicou a co-autora do trabalho e professora de Ecologia de York, Jane Hill.
"Nossa análise mostra que as taxas de resposta às mudanças climáticas são duas ou três vezes mais rápidas do que se pensava", sustentou. Os dados provêm de estudos de aves, mamíferos, répteis, insetos, aranhas e plantas em Europa, América do Norte, Chile, Malásia e ilha de Marion, na África do Sul.
Ao agrupar os estudos e analisar seus resultados, os cientistas encontraram pela primeira vez um vínculo entre o aumento da temperatura e a movimentação dos organismos. "Esta pesquisa mostra que o aquecimento global está fazendo com que as espécies se movam para os polos e para as elevações mais altas", destacou outro dos autores do estudo, I-Ching Chen, pesquisador da Academia Sinica, em Taiwan.
"Demonstramos pela primeira vez que a mudança na distribuição das espécies se correlaciona com as mudanças do clima nessa região", afirmou. Estudos anteriores sugeriram que algumas espécies estão em risco de extinção devido à sua mudança de habitat, mas estes não se aprofundam no tema.
Ao invés disto, os cientistas disseram esperar que a análise dê uma imagem mais precisa das mudanças que acontecem em todo o planeta. "A comprovação de quão rápido as espécies estão se movimentando devido às mudanças climáticas indica que muitas, de fato, podem estar se encaminhando rapidamente para a extinção onde as condições climáticas estão se deteriorando", afirmou Thomas.
"Por outro lado, outras espécies estão migrando para novas áreas, onde o clima se tornou adequado, de forma que haverá alguns ganhadores e muitos perdedores", afirmou. 
 
 
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5303072-EI8145,00-Aquecimento+forca+especies+a+migrar+mais+rapido+diz+estudo.html
 
Comentário:Mostra que o aquecimento do planeta está ocorrendo mudanças climáticas e ocasionando interferências na vida dos animais.

Amazônia enfrentou em 2010 a maior seca da história, diz cientista do Inpe

Pesquisadores conseguiram desvendar o fenômeno climático que desencadeou as secas de 2005 e 2010, na Amazônia. O resultado dos estudos foi publicado pelo cientista climático José Marengo, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), na revista americana Geophysical Research Letters. Seu artigo revela que a seca de 2010 foi a mais severa desde que as medições hidrológicas foram instaladas no Rio Negro, em 1903.
Os períodos de estiagens intensos são atribuídos à confluência de dois fenômenos climáticos de rara ocorrência continua. O primeiro foi um El Niño, que é o aquecimento das águas do oceano Pacífico Sul, o que intensifica as secas em várias regiões do Brasil. O fenômeno ocorreu entre dezembro e abril, justamente no período das chuvas na Amazônia, o que reduziu drasticamente o nível dos rios.
E depois, justamente durante a seca, houve um aquecimento das águas do Oceano Atlântico acima da linha do Equador – o que faz com que a umidade acumulada pela junção das correntes de ar que transitam pelo planeta permaneça no Hemisfério Norte, deixando a região da Amazônia muito mais seca. “Frente a duas ocorrências tão intensas houve uma drástica mudança no padrão das chuvas da região e tivemos as secas de 2005 e 2010”, explica o pesquisador José Marengo.
Seca no Rio Negro (Foto: Euzivaldo Queiroz/A Crítica/Reuters)Seca no Rio Negro, em 2010, um dos principais afluentes do Rio Amazonas (Foto: Euzivaldo Queiroz/A Crítica/Reuters)
Intensidade
A diferença entre as duas tragédias é que a intensidade foi diferente. A primeira atingiu a região sul da Amazônia entre os rios Madeira e Solimões. “Já a seca de 2010 foi mais intensa na Amazônia Central e no leste da região”, explica.
Um segundo estudo do Inpe mostra que o mesmo fenômeno que intensificou as secas foi responsável pelas chuvas de 2009. Mas as chuvas ocorreram por um fator contrário, ou seja, houve o aquecimento das águas do Atlântico abaixo da Linha do Equador, o que jogou a massa de ar que fica acumulada nessa região para a Amazônia e o Nordeste. O resultado foram as inundações e enxurradas que assolaram as populações dessas regiões.
Essa alternância de fenômenos climáticos na Amazônia já foi indicada nas modelagens feitas pelo Hadley Center, um instituto inglês de estudos climáticos, onde há uma previsão de uma grande alternância de extremos climáticos para todo o Brasil. “Não podemos ainda afirmar nada sobre esses fenômenos serem uma confirmação de mudanças climáticas, porém são sinais que as modelagens podem estar certas”, conclui Marengo.


http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/08/amazonia-enfrentou-em-2010-maior-seca-da-historia-diz-estudos-do-inpe.html
Comentario:Esse fenômeno climático que está acontecendo na Amazônia com secas e chuvas intensas é preocupante pois pode prejudicar a população que de certa forma precisa que tenha um ciclo de chuva normal para sobreviver.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Cachorro faz amizade com filhote de leão em reserva africana

Um cão de caça e um filhote de leão se tornaram amigos na reserva natural privada de Tshukudu Game, na África do Sul.
Norman, o cachorro, foi comprado pela reserva para ajudar a afugentar ladrões, mas acabou adotando o leãozinho Bhubesi.
O guarda-florestal Jaco Venter, que criou o filhote de leão, diz que quando se aproxima dos dois, Bhubesi chega a brigar pela atenção do cachorro.
Bhubesi, de seis meses de idade, foi rejeitado pela mãe e está sendo criado na reserva por Jaco e sua namorada Wendy.
Passeio
A amizade foi registrada pelo fotógrafo de vida selvagem Stu Porter, de 36 anos, que estava em um safári na região.
Segundo o fotógrafo, as imagens foram feitas durante a caminhada matinal onde o cachorro é treinado para se mover na reserva.
'Eles são sempre muito amigáveis um com o outro, exceto na hora de comer, quando os instintos falam mais alto. Mas aí eles são alimentados separadamente', disse o fotógrafo à agência de notícias britânica Caters.
Cachorro faz amizade com filhote de leão em reserva africana (Foto: Stu Porter/Caters)Cachorro faz amizade com filhote de leão em reserva africana (Foto: Stu Porter/Caters)
 
 
Comentário: Solidariedade. A união entre as mais distintas espécies vem sendo mostrada de forma gloriosa. Que sirva de exemplo pra outras tantas.

Após ter coração e pulmão parados por 1 hora, bebê celebra 1º aniversário

Um bebê que ficou com o coração e os pulmões parados durante quase uma hora completou seu primeiro ano de idade - com saúde - em Henley Green, nas redondezas de Coventry, na Inglaterra. Nascido sete semanas antes do previsto, Alfie Davies parou de respirar enquanto era mantido em uma incubadora com apenas 21 dias de idade.
Os médicos tentaram fazer o diafragma do bebê funcionar, mas Alfie sofreu uma parada cardíaca na primeira hora do dia seguinte. Começou então uma luta de quase uma hora para tentar salvar o menino da morte.
Raquel Clempson, mãe de Alfie, lembra do drama ocorrido em setembro do ano passado, quando pensou ter perdido o seu filho. "Os níveis da respiração dele continuavam a cair durante a noite após a cirurgia", diz a britânica de 30 anos. "No começo da madrugada, ele simplesmente entrou em crise. Alarmes soaram, enfermeiras correram para levá-lo à UTI e tudo era uma bagunça."
O quadro de Alfie só voltou a ser estável após uma hora. Para piorar, os pontos da cirrugia se romperam e o bebê precisou passar pelo procedimento para fechar as feridas novamente.
Alfie é a pessoa mais jovem no Reino Unido a ter passado pela cirurgia no diafragma que salvou sua vida. "Nós tivemos muita sorte, pois os médicos fizeram um exame na cabeça dele logo após a parada cardíaca e não descobriram nenhum dano ao cérebro", lembra a mãe. "Hoje os médicos se admiram com o progresso dele, dizem que Alfie conseguiu muito mais do que eles esperavam."
Phil Davies, o pai de Alfie acredita que o bebê é mais "feliz" que seus outros filhos quando eles tinham apenas 1 ano. Os irmãos Kayzia, de 7 anos, e Charlie, de 4 anos, comemoraram o aniversário de Alfie junto aos pais na última sexta-feira (26).
Alfie, comemorando seu primeiro aniversário, após ter coração e pulmões parados por quase 1 hora. (Foto: Caters)



http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/08/apos-ter-coracao-e-pulmao-parados-por-1-hora-bebe-celebra-1-aniversario.html

Comentário: Impossível acreditar nessa situação. Como a medicina explica? Seria sorte? Que venham mais muitos anos de vida.

Nova geração de biocombustíveis impacta oferta de água, diz estudo

A possível escassez de água pode reduzir o entusiasmo dos americanos pela produção de biocombustíveis a partir de gramíneas. A substituição do milho pelas espécies miscanthus e switchgrass era a aposta dos EUA, e outros países, para ganharem mais eficiência e afastarem o fantasma da redução das áreas de produção de alimentos.
As primeiras pesquisas sobre as novas espécies foram focadas no uso da terra e nas questões econômicas, porém muitos esqueceram de analisar qual seria o impacto dessas novas espécies sobre os recursos hídricos. O estudo publicado nesta terça-feira (30) na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS) reduziu as expectativas.  A pesquisa revela que mudanças no ciclo das chuvas, previstas com o aquecimento global, podem afetar a produção em larga escala de gramíneas.
"Enquanto ficamos procurando soluções para energia através de plantas mais eficientes, a dependência de água foi ignorada, e esse pode ser um fator limitante significativo", disse Praveen Kumar, engenheiro ambiental e cientista atmosférico da Universidade de Illinois, nos EUA.
O estudo também faz um alerta para os países que já investem no uso de gramíneas para a fabricação de biocombustíveis. O entusiasmo inicial com essas culturas ocorreu porque estas tinham uma maior capacidade de produção por hectare, podendo substituir o milho – que tradicionalmente era usado no EUA para a fabricação de biocombustível. Acusado em 2008 por um relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) de ser o responsável pela redução das áreas plantada destinada aos alimentos e, consequentemente, pelo aumento no preço da comida em vários países.
Segundo a PNAS, as duas espécies de gramíneas podem ser uma ameaça aos recursos hídricos justamente por causa de sua maior produtividade, o que requer mais água. Um problema para regiões que já sofrem com a escassez hídrica e dependem da irrigação para o plantio.
Os pesquisadores afirmam que a substituição do milho é uma opção apenas em regiões onde os ciclos de chuvas não devem mudar com às mudanças climáticas. O centro-oeste dos EUA foi apontado como uma dessas prováveis áreas.

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/08/nova-geracao-de-biocombustiveis-impacta-oferta-de-agua-diz-estudo.html

Comentário: Quando se prevê um projeto, por melhor que este seja. deve-se analisar os prós e os contras. Não adianta melhor de um lado e esquecer do outro, mas sempre pensando em evoluir.

Banho no Mar Morto pode ajudar diabéticos, diz estudo

Mar morto pode ser benéfico para diabéticos. (Foto: Photononstop / Frdric Soreau / AFP Photo)Mar morto pode ser benéfico para diabéticos.
(Foto: Photononstop / Frdric Soreau / AFP Photo)
Cirurgia bariátrica é alternativa para tratar diabetes tipo 2, dizem médicosBoiar no Mar Morto por apenas 20 minutos pode ajudar os diabéticos a reduzir suas taxas de açúcar no sangue (glicemia), segundo um estudo realizado por cientistas israelenses e publicado na edição desta terça-feira (30) do jornal Haaretz.
A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade Ben Gurion e do Centro Médico Soroka, em Beersheva, ambos no deserto de Negev, em Israel, noticiou o jornal.
No experimento, 14 pessoas com diabetes tipo 2, com idades entre 18 e 65 anos, apresentaram uma redução significativa nos níveis de glicemia depois de permanecer 20 minutos em uma piscina nas águas do Mar Morto.
Segundo o artigo, os níveis de glicose caíram, em média, de 163 para 151 miligramas por decilitro (mg/dl) - 13,5% - imediatamente após o banho.
Os níveis de açúcar no sangue caíram mais ainda, para 141,3 mg/dl, depois de um mergulho de uma hora.
A experiência não pareceu ter quaisquer efeitos negativos em outros níveis sanguíneos, tais como insulina, hormônios de cortisona ou peptídeo c, afirmaram os cientistas.
Um grupo de controle de seis indivíduos saudáveis não apresentou mudanças nos níveis de açúcar no sangue.
O professor Shaul Sukenik, que conduziu a pesquisa na Universidade Ben Gurion, descreveu os resultados como "promissores".
"Caso as descobertas sejam confirmadas em estudos futuros, uma queda nos níveis de açúcar no sangue permitirá aos diabéticos se banharem no Mar Morto e utilizarem menos medicação", declarou ao periódico.
"Não podemos afirmar isto com base neste estudo, mas as descobertas o sugerem", afirmou.
A equipe de cientistas agora tenta angariar fundos para ampliar a pesquisa e examinar os efeitos de um banho diário no Mar Morto durante o período de três semanas, acrescentou o jornal.
As descobertas serão publicadas na edição deste mês do jornal HaRefua, da Associação Médica Israelense.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/08/banho-no-mar-morto-pode-ajudar-diabeticos-diz-estudo.html

Comentário: Incrivelmente uma grande ajuda nas 'nossas mãos'. Quando poderíamos pensar que imenso mar pudesse trazer tantos benefícios que nem a medicina afirma ainda?! De fato, com extrema utilidade.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Pinguins são encontrados mortos na beira da praia do Cassino, na Região Sul

Pouco mais de uma dezena de pinguins e outros animais apareceram mortos na beira da praia do Cassino, em Rio Grande, no Sul do Estado. A cena chamou a atenção das pessoas que aproveitaram o domingo de sol na orla do litoral.

Pinguins são maioria entre os animais. Quase todos estão no trecho da praia onde será construído o Oceanário Brasil, da Furg, e os Molhes da Barra, em uma faixa de cerca de três quilômetros. Outras aves também foram encontradas, bem como um golfinho.

Apesar da imagem forte, segundo o oceanólogo Kléber Grubel da Silva, coordenador de projetos do Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (Nema), as mortes podem ser consideradas normais. Os animais são jovens (teriam entre seis e sete meses) e podem ter ficado debilitados por fome ou alguma doença.

— A corrente marítima das Malvinas traz os bichos para a beira do Cassino — explica.



http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3425510.xml


Comentário:Uma notícia triste ,mesmo que tenha sido considerada como normal ,porque o que deve ter levado os pinguins a virem até o litoral norte deve ter sido por causa de fatores climáticos que estão variando bastante,águas poluídas e por consequência com fome e ou com alguma doença.

Empresa de SP faz chuva artificial com avião bimotor

Tecnologia para provocar chuva artificialmente, desenvolvida por um grupo de brasileiros, pode ser a solução para aliviar os períodos de forte seca no semiárido brasileiro e contribuir no combate à desertificação.
A produção de chuvas artificiais se dá com o lançamento de gotas de água em nuvens que concentram alta umidade a partir de um avião bimotor equipado com um tanque de 300 litros e um mecanismo que controla o tamanho das gotículas dispersadas.
O processo foi desenvolvido para ajudar a sanar problemas em sistemas de abastecimento de água em áreas urbanizadas, alimentar nascentes de rios em regiões de forte seca e para prevenir incêndios florestais em reservas e parques nacionais.
Motosserras
Segundo Ricardo Imai, 42 anos, sócio da Modclima, empresa que criou a técnica, a ideia das chuvas artificiais partiu de seu pai, o engenheiro mecânico Takeshi Imai. “Ele trabalhava com implementos agrícolas e tinha uma empresa que produzia motosserras e herbicidas para derrubar árvores. Entretanto, decidiu parar e começou a estudar o processo de crescimento das nuvens de chuva, no intuito de contribuir com a natureza”, conta o filho.

Ricardo Imai disse que o que ocorre é a aceleração de um processo natural. O avião entra nas nuvens cumulus, que concentram alta umidade, e lançam as gotas que “pegam carona” nos ventos ascendentes. Dentro da nuvem, elas se juntam e formam a chuva, que cai em local previamente determinado. A precipitação ocorre 30 minutos depois do início da operação.
Um longo processo de busca das nuvens ideais antecede as chuvas artificiais. Radares meteorológicos instalados em Bragança Paulista (SP) ajudam na “caça”, juntamente com imagens de satélite. “Passamos horas monitorando o deslocamento das nuvens, para saber se elas vão para as áreas de interesse e se podem ser semeadas com as gotículas de água. Às vezes, temos que esperar muito tempo", diz Ricardo.
  (Foto: Editoria de Arte/G1)
Aplicação
Em 1998, quando o projeto começou a sair do papel, a técnica foi implementada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que contratou a empresa dos Imai para provocar chuvas artificiais na cabeceira dos sistemas Cantareira e Alto Tietê, responsáveis pelo abastecimento de 18 milhões de pessoas na Grande São Paulo. Foram mais de 500 voos, com ocorrências positivas de chuva em 50% deles.

As chuvas também foram empregadas no Nordeste a pedido de prefeituras da Bahia. Os municípios de Mirorós e Gentio do Ouro, localizados no semiárido brasileiro, sofriam com a seca intensa entre 2008 e 2009 e com a redução do nível da represa que abastecia esta região.
“Nessas áreas, a represa vinha perdendo água há cinco anos e as nascentes dos rios tinham sido gravemente afetadas por um incêndio. Fizemos 25 voos nessas localidades para fortalecer os lençóis freáticos e 17 deles tiveram resultados positivos”, disse. Lavouras também foram salvas devido às chuvas artificiais.
De acordo com Imai, o principal projeto da Modclima é contribuir com o Ministério do Meio Ambiente no combate às secas e queimadas em florestas e biomas como o Cerrado e Amazônia. “A chuva umedece o solo e a vegetação antes do período de estiagem, reduzindo os efeitos. Segundo estudo da Agência Nacional de Águas, 93 cidades brasileiras sofreram com fortes secas em 2010 e outros 490 municípios tiveram graves períodos de estiagem.
Exemplos de nuvens cumulus fotografadas durante um voo. (Foto: Modclima)Exemplos de nuvens cumulus fotografadas
durante um voo. (Foto: Modclima/Divulgação)
ONU
A técnica foi apresentada em 2010 na Convenção de Combate à Desertificação das Nações Unidas (UNCCD), realizada na Alemanha. Segundo Heitor Matallo, coordenador regional para a América Latina e Caribe da entidade, o método brasileiro de realizar de chuvas artificiais foi considerado não poluente em ações contra a desertificação em determinados países.

“É possível que a ONU utilize esta tecnologia, mas precisamos testá-la em diversos ambientes para comprovar sua eficácia. O governo brasileiro precisaria apresentar esta prática para que a Organização das Nações Unidas faça a recomendação desta técnica”, informou Matallo, de seu escritório no México, ao Globo Natureza.


http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/07/empresa-de-sp-faz-chuva-artificial-com-aviao-bimotor.html


Comentário:Este projeto é bastante legal pois além de não ser poluente pode ajudar muitas pessoas que vivem em climas semi-arido no Brasil tendo que sobreviver com seca muito tempo no ano e também é bem rápido durando apenas 30 minutos.

Risco de câncer aumenta com a altura, diz estudo

Pessoas mais altas têm maior risco de desenvolver câncer ao longo da vida, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford. De acordo com os resultados, a cada dez centímetros a mais de altura, o risco de ter um dos dez tipos mais comuns de câncer aumenta em 16%.
O estudo, publicado na revista científica Lancet Oncology, acompanhou 1,3 milhão de mulheres de meia-idade na Grã-Bretanha, entre 1996 e 2001. Entre as mulheres mais baixas (com menos de 1,52 m), foram registrados 750 casos de câncer por grupo de 100 mil por ano, enquanto entre as de altura mediana (1,62 m) o número subiu para 850 casos de câncer , e no grupo mais alto (1,75 m), houve 1 mil casos.
Mulheres e homens
Os tipos de câncer que seriam afetados pela altura são de cólon, retal, melanoma maligno, mama, útero, ovário, rim, linfoma, linfoma não-hodgkin e leucemia.
Apesar de o estudo ter analisado apenas dados de mulheres, os pesquisadores dizem que a relação com a altura também está presente nos homens. Eles reuniram outras dez pesquisas que mostravam resultados similares com homens.
"Claro que a altura em si não pode afetar o câncer, mas pode ser um indicador para outra coisa", diz a responsável pela pesquisa, Jane Green, da Universidade de Oxford.
Especialistas acreditam que a explicação pode estar na quantidade de hormônios de crescimento presentes na infância, que poderiam influenciar dois fatores. O primeiro é o número de células. Pessoas mais altas têm mais células no corpo, logo há mais células que podem sofrer mutações, o que levaria ao câncer.
Outra possibilidade é que os hormônios aumentem a taxa de divisão celular, o que aumentaria o risco de câncer. Mas os pesquisadores admitiram não saber ao certo a razão por trás dos resultados.
Estilo de vida
A diretora de informação da ONG Cancer Research UK, Sara Hiom, acredita que não há razão para alarde. "Pessoas altas não precisam se alarmar com estes resultados. A maior parte das pessoas não é muito mais alta ou baixa que a média, e a altura delas vai ter apenas um pequeno efeito no seu risco individual de câncer", diz ela.

"Não podemos controlar nossa altura, mas há várias escolhas de estilo de vida que as pessoas podem fazer que, como sabemos, podem ter um grande impacto na redução do risco de câncer, como parar de fumar, beber moderadamente, manter um peso saudável e ter uma vida ativa."
 
 
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5253275-EI8147,00-Risco+de+cancer+aumenta+com+a+altura+diz+estudo.html
 
 
 
Comentário:O lado bom da notícia que cada vez mais os cientistas,pesquisadores estão conseguindo descobrir coisas sobre doenças que como o cancêr se sabia pouco há algum tempo atrás,por outro lado está notícia tem grandes chances de causar preocupação em grande parte da população em função da altura
de boa parte dela.

Robô brasileiro detecta larvas de mosquito da malária

Robô Ambiental Híbrido Chico Mendes, criado pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), em 2005, já é considerado uma das melhores criações do .... Foto: Agência Petrobras/Divulgação Robô Ambiental Híbrido Chico Mendes, criado pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), em 2005, já é considerado uma das melhores criações do laboratório de robótica do centro.

O Robô Ambiental Híbrido Chico Mendes, criado pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), em 2005, já é considerado uma das melhores criações do laboratório de robótica do centro, e uma nova versão dele está sendo desenvolvida. Atualmente, o robô operado por controle remoto faz o monitoramento da região onde está sendo construído um gasoduto na Amazônia, e entre suas habilidades está a capacidade de detectar a presença de larvas do mosquito da malária.
O robô atual tem quatro rodas e pode se movimentar na água, na terra ou em pântanos. Agora, os pesquisadores estão trabalhando em uma versão que possa ser operado por uma pessoa em seu interior. "A nossa ideia é fazer um robô que tenha espaço para uma pessoa dentro", disse na quinta-feira o pesquisador do Cenpes, Ney Robinson Salvi dos Reis. Ele participou do seminário sobre inovação tecnológica brasileira na indústria de robôs, promovido pelo Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro.
Os pesquisadores do Cenpes estão trabalhando nessa modalidade do robô ambiental há cinco anos. A previsão é de mais dois anos para a produção em pequena escala. O Laboratório de Robótica do Cenpes está preparando ainda projetos para exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas, visando ao pré-sal. Ney Robinson Reis disse que o Brasil tem todas as condições de desenvolver projetos na área de robótica, "seja para o pré-sal, seja para a Amazônia. Para qualquer coisa. É só a gente ter uma política de investimentos de médio e longo prazo".


http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5243323-EI12886,00-Robo+brasileiro+detecta+larvas+de+mosquito+da+malaria.html


Comentário:Isto mostra que mesmo que seja devagar o país está melhorando e crescendo nos avanços tecnoloógicos e até conseguindo detectar larvas do mosquito da malária.Ainda pode crescer mais e aprofundar para outras pesquisas e projetos que necessitam de ser melhores elaborados,mesmo sendo considerado uma das melhores criações de laboratório.Um robô assim só se via era em filmes

ONU recomenda investir US$ 1,9 bilhão anuais em revolução verde

A Organização das Nações Unidas (ONU) estimam que é preciso investir 1,9 bilhão de dólares (cerca de 1,3 bilhão de euros) por ano em tecnologias verdes nos próximos 40 anos. A metade desse valor deveria ir para os países em desenvolvimento, de acordo com um estudo divulgado nesta terça-feira. "Durante os próximos 40 anos, é necessário investir progressivamente 1,9 bilhão de dólares por ano em tecnologias verdes", indica o relatório do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (DESA).
"Pelo menos a metade dos investimentos deve ser feita nos países em desenvolvimento para satisfazer suas crescentes necessidades alimentares e energéticas por meio de tecnologias verdes", afirma o documento. Esses investimentos são necessários, segundo a ONU, para que os habitantes dos países em desenvolvimento, em particular aqueles que vivem na extrema pobreza, tenham acesso a um "nível de vida decente".
O relatório reconhece que o compromisso contemplado no Acordo de Copenhague, em 2009, de conceder 30 bilhões de dólares entre 2010 e 2012 e 100 bilhões anuais até 2020 aos países em desenvolvimento constitui um bom caminho. Os autores do estudo consideram que é preciso acelerar a aplicação desse compromisso e aumentar os recursos à disposição dos países em desenvolvimento para que tenham possibilidades de superar o desafio da "transição energética".
"Este relatório mostra qual será a magnitude do progresso tecnológico para assegurar um futuro que beneficie a todos protegendo nosso planeta", declarou Sha Zukang, secretário-geral adjunto da ONU, citado em um comunicado. A ONU insiste, em particular, na necessidade de uma revolução "verdadeiramente verde" na agricultura para enfrentar as necessidades crescentes da população, protegendo ao mesmo tempo o meio ambiente. Por isso, recomenda a utilização de métodos de cultivo que evitem o desperdício dos recursos aquíferos, e a redução do uso de produtos químicos e pesticidas que provocam a degradação do solo.



http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5223393-EI238,00-ONU+recomenda+investir+US+bilhao+anuais+em+revolucao+verde.html

Comentário:A idéia é das melhores agora só seria bom se todos soubessem se esse altíssimo investimento será inteiramente para este projeto e não desviado.