quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Os 13 anos mais quentes da história estão entre os últimos 15

Os 13 anos mais quentes na história do planeta se concentraram nos últimos 15 anos, desde 1997, advertiu nesta terça-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
À margem das negociações de Durban, na África do Sul, sobre as mudanças climáticas, a OMM informou que a temperatura média da última década (2002-11), "superior em 0,46 °C à média no médio prazo", é a mais elevada constatada até o momento, similar à década 2001-2010.
A agência da ONU especializada em informações meteorológicas afirma em um documento divulgado em Durban que, após um ano de 2010 recorde, 2011 é até agora o 10º mais quente em escala planetária" desde o início das estatísticas, em 1850. É sobretudo o mais quente em relação a um episódio de La Niña, um fenômeno cíclico acompanhado por temperaturas geralmente mais amenas, explica o documento.
 
 
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5493659-EI238,00-Os+anos+mais+quentes+da+historia+estao+entre+os+ultimos.html
 
 
Comentario:É um assunto preocupante e que seguidamente aparecem noticias relevantes sobre o aquecimento do planeta,dados cada vez melhor especificados ajudam para que a população tenha conhecimento e saiba como agir em relação a pequenas atitudes.

domingo, 27 de novembro de 2011

Temperatura global pode subir 6 ºC até fim do século, diz OCDE

A tendência atual fará com que a temperatura aumente entre 3 ºC e 6 ºC no final do século sobre os níveis pré-industriais, um cenário com graves consequências que ainda pode ser evitado com um custo de ação limitado, segundo anunciou a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quinta-feira.
Esta é a principal mensagem de um relatório sobre a mudança climática divulgado pela OCDE às vésperas da conferência de Durban, que começa na próxima semana, no qual pede aos governos que se engajem para conseguir um acordo internacional. "Os custos econômicos e as consequências ambientais da ausência de ação política da mudança climática são significativas", advertiu o secretário-geral do organismo, Ángel Gurría, durante a apresentação do estudo.
Concretamente, as medidas para modificar sobretudo o panorama energético que se espera para 2050 e reduzir as emissões de efeito estufa em 70% custariam 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB), um número que os autores do relatório relativizaram em entrevista coletiva, ao ressaltarem que significaria que o crescimento da economia mundial nos quatro próximos decênios seria de 3,3% ao ano, em vez de 3,5%, um corte de dois décimos.
O relatório destacou que não alterar as políticas atuais geraria prejuízos ambientais que afetariam muito mais a economia. O relatório Stern de 2006 havia antecipado perdas permanentes do consumo por habitante superiores a 14%.
A OCDE advertiu que sem novas políticas de contenção das emissões de efeito estufa, as energias fósseis seguirão mantendo seu peso relativo atual, de 85% do total, o que conduziria a um volume de concentração na atmosfera de 685 partes de dióxido de carbono (CO2) ou equivalentes por milhão, muito longe das 450 que os cientistas consideram que permitiriam limitar o aquecimento climático global a 2 ºC.
Para o órgão, um ponto relevante é estabelecer "um preço significativo" das emissões de CO2 para induzir à mudança tecnológica, mas também a fixação de metas de diminuição de emissões "claras, críveis e mais restritivas" com as quais "todos os grandes emissores, setores e países" precisarão se comprometer.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5486698-EI238,00-Temperatura+global+pode+subir+C+ate+fim+do+seculo+diz+OCDE.html


Comentario: Até quando se está falando em preservação do mundo,aquecimento global entre outros que é um bem para todos consegue ter dificuldades para resolver os problemas.

Médicos reimplantam braço de menina arrancado por trem

Médicos britânicos conseguiram reconectar o braço de uma menina britânica, arrancado quando ela foi atingida por um trem em Killingworth, no nordeste da Inglaterra. Rebecca Huitson, de 12 anos, passou por uma cirurgia no hospital Royal Victoria Infirmary, em Newcastle.
O braço de Rebecca foi arrancado depois que ela foi atingida pelo trem que fazia o trajeto entre Londres e Edimburgo, na Escócia, em um cruzamento de Killingworth, por volta das 18h30 da segunda-feira. O braço foi recuperado e, de acordo com Michael Schenker, cirurgião plástico que reimplantou o membro, o braço de Rebecca sofreu danos "consideráveis".
"Não sei como eles encontraram (o braço), mas fiquei sabendo que foi longe (do local) onde estava a paciente", disse. "Tinha várias fraturas então vamos ter que lidar com isso depois. O principal era levar o fornecimento de sangue de volta ao braço o mais rápido possível, e, até agora, isto está funcionando", acrescentou.
A menina deve passar por mais uma operação. "É impossível prever, no momento, qual será o resultado final, mas estamos trabalhando muito para que ela tenha um braço totalmente útil", disse o médico. Um porta-voz da Polícia de Transportes da Grã-Bretanha informou que eles estão investigando, mas tudo indica que o que aconteceu com Rebecca Huitson foi um acidente.
 
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5486957-EI238,00-Medicos+reimplantam+braco+de+menina+arrancado+por+trem.html
 
Comentario:Outra noticia ótima,conseguir recolocar o braço que foi arrancado e funcionar normalmente como antes, mesmo ainda não estando em estado perfeito os médicos irão cuidar.

Caso perdido, homem se recupera de câncer com células-tronco

Após ser considerado um "caso perdido" pelos médicos, um homem de 36 anos que lutava contra um câncer na traqueia conseguiu a cura e vive uma vida normal graças a um transplante a partir de células-tronco. O método, desenvolvido por cientistas da Suécia que conseguiram criar, pela primeira vez, um órgão a partir de células-tronco, foi publicado na edição de quinta-feira da revista científica The Lancet. As informações são do jornal El País.
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Próstata: todos os homens precisam do exame de toque retal?
O câncer de Teklesenbet Andemariam Beyene, morador da Islândia, era considerado incurável pelos médicos. Ele sofria de um tumor que ocupava a parte inferior da traqueia, incluindo ramificações dos brônquios. A quimioterapia não tinha dado resultados e a possibilidade de reconstruir a região atingida com tecidos do próprio paciente não foi possível.
Para curar o paciente, os médicos extraíram as células-tronco da medula óssea, que foram cultivadas em um molde de plástico construído no formato do órgão do paciente. Segundo a equipe médica, esse processo demorou 36 horas. Depois, Beyene foi operado para substituir a parte com tumor pelo molde. Cinco meses depois, Beyene leva uma vida normal. "Claramente esse é o futuro", disse Paolo Paolo Macchiarini, principal autor do trabalho, sobre o potencial das células-tronco.
O tratamento é uma das primeiras demonstrações de uso prático de células-tronco, e, acima de tudo, o primeiro originário de um órgão. Até agora, estas terapias eram desenvolvidas principalmente para ajudar na regeneração de ossos e músculos. O maior benefício da técnica, segundo os pesquisadores, é que o corpo produzido é geneticamente idêntico ao receptor, o que evita o maior problema do transplante: a rejeição.
O impacto deste tipo de pesquisa é tão grande que Gonzalo Varela, vice-presidente da Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica, que trabalha como cirurgião no Hospital Clínico Universitário de Salamanca, não hesita em descrever o trabalho de "espetacular". "Vou ter que rever o que eu sei, porque puxa para baixo muitas ideias", diz ele.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5488565-EI8147,00-Caso+perdido+homem+se+recupera+de+cancer+com+celulastronco.html


Comentário: Essa é uma noticia muito boa que aumenta muito a esperança das pessoas que tem cancer e estão atras de uma cura.Noticias assim todos nós gostariamos que fossem mais frequentes.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Governo americano manda recolher os controles de TV pra reduzir a obesidade

A policia americana iniciou nesta quinta-feira (10), uma força tarefa, de casa em casa, para recolher os controles remotos de TV, aparelhos de som, dvd, e receptores de antenas. A medida é um projeto do governo Obama, para reduzir a obesidade nos Eua. Os equipamentos também estão sendo recolhidos das lojas e fábricas.

Segundo o Porta Voz do governo dos Estados Unidos, sem o uso do controle remoto, os americanos perderão cerca de 20% do peso.

Nas ruas, manifestantes obesos protestaram contra a decisão do governo. “Eu não estou gordo por causa do controle remoto, estou gordo porque como muito; Obama tem que mandar fechar o MC Donalds, ao invés de me tirar o controle remoto da tv”, disse um dos manifestantes.

                                       http://www.g17.com.br/noticia.php?id=509



Governo dos EUA iniciou plano de combate a obesidade mandando a polícia recolher os controles remoto das casas, lojas e fábricas



Comentário:Acho que essa não foi a melhor maneira nem idéia que o governo americano teve para combater a obesidade que cada vez está maior.Há tantos modos saudaveis e sem ter que pegar os controles remotos dos habitantes para acabar com a obesidade.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Siamesas separadas por cirurgia se preparam para voltar para casa

As ex-gêmeas siamesas que foram separadas há duas semanas em um hospital na Califórnia, Angelina e Angelica Sabuco, estão se preparando para deixar o hospital.As meninas estão se recuperando no Lucile Packard Children's Hospital, na Universidade de Stanford, desde que foram operadas em 1º de novembro. Elas nasceram unidas pelo peito e pelo abdômen.O hospital disse na segunda-feira (14) que as meninas, de dois anos, podem voltar para casa nos próximos dias.
Angelina Sabuco, no colo da mãe, Ginady (à esq.), e Angelica, no colo da tia Marita, nesta segunda-feira (14) no hospital em Stanford, na Califórnia (Foto: AP)
As meninas não estão mais com aparelhos e seus fígados estão funcionando normalmente. Agora, elas vão consultar um cirurgião plástico, Peter Lorenz, para continuar o tratamento.
Lorenz disse que os peitos das meninas estão em um formato um pouco anormal, mas eles podem ser moldados à medida que elas crescem.
Elas também terão terapias para ganhar força e recuperar suas habilidades motoras, segundo o hospital.
As meninas apareceram em público em uma entrevista na segunda-feira. Elas pareciam à vontade.
Ginady Sabuco, a mãe, parecia feliz e estimulava as bebês a acenar para os repórteres.
"Estamos muito alegres para ir para casa e ver cada uma sentando em seu próprio banco do carro", disse. "Não podemos esperar para vê-las brincando, andando e correndo."
As meninas estão dormindo em camas separadas, comendo bem e reaprendendo a andar. Elas só andavam de lado, e agora estão aprendendo a andar para frente e para trás.
"O equilíbrio é o maior desafio", disse Amy Weisman, terapeuta.
A cirurgia durou cerca de 10 horas e foi paga pelo seguro de saúde da família.
Depois de 72 horas, elas estavam respirando por conta própria. Após uma semana, elas saíram da UTI para um quarto comum.
Uma equipe de mais de 40 médicos, enfermeiras e outros funcionários participou dos trabalhos.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/siamesas-separadas-por-cirurgia-se-preparam-para-voltar-para-casa.html

Comentário:Mostra que cada vez mais a medicina está evoluindo e que antes casos como esse eram ditos como impossiveis de se reverter hoje já não é mais assim ,como vimos na semana passada na multimidia de mulheres que morreram ao fazer a cirurgia.