quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Os 13 anos mais quentes da história estão entre os últimos 15

Os 13 anos mais quentes na história do planeta se concentraram nos últimos 15 anos, desde 1997, advertiu nesta terça-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
À margem das negociações de Durban, na África do Sul, sobre as mudanças climáticas, a OMM informou que a temperatura média da última década (2002-11), "superior em 0,46 °C à média no médio prazo", é a mais elevada constatada até o momento, similar à década 2001-2010.
A agência da ONU especializada em informações meteorológicas afirma em um documento divulgado em Durban que, após um ano de 2010 recorde, 2011 é até agora o 10º mais quente em escala planetária" desde o início das estatísticas, em 1850. É sobretudo o mais quente em relação a um episódio de La Niña, um fenômeno cíclico acompanhado por temperaturas geralmente mais amenas, explica o documento.
 
 
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5493659-EI238,00-Os+anos+mais+quentes+da+historia+estao+entre+os+ultimos.html
 
 
Comentario:É um assunto preocupante e que seguidamente aparecem noticias relevantes sobre o aquecimento do planeta,dados cada vez melhor especificados ajudam para que a população tenha conhecimento e saiba como agir em relação a pequenas atitudes.

domingo, 27 de novembro de 2011

Temperatura global pode subir 6 ºC até fim do século, diz OCDE

A tendência atual fará com que a temperatura aumente entre 3 ºC e 6 ºC no final do século sobre os níveis pré-industriais, um cenário com graves consequências que ainda pode ser evitado com um custo de ação limitado, segundo anunciou a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quinta-feira.
Esta é a principal mensagem de um relatório sobre a mudança climática divulgado pela OCDE às vésperas da conferência de Durban, que começa na próxima semana, no qual pede aos governos que se engajem para conseguir um acordo internacional. "Os custos econômicos e as consequências ambientais da ausência de ação política da mudança climática são significativas", advertiu o secretário-geral do organismo, Ángel Gurría, durante a apresentação do estudo.
Concretamente, as medidas para modificar sobretudo o panorama energético que se espera para 2050 e reduzir as emissões de efeito estufa em 70% custariam 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB), um número que os autores do relatório relativizaram em entrevista coletiva, ao ressaltarem que significaria que o crescimento da economia mundial nos quatro próximos decênios seria de 3,3% ao ano, em vez de 3,5%, um corte de dois décimos.
O relatório destacou que não alterar as políticas atuais geraria prejuízos ambientais que afetariam muito mais a economia. O relatório Stern de 2006 havia antecipado perdas permanentes do consumo por habitante superiores a 14%.
A OCDE advertiu que sem novas políticas de contenção das emissões de efeito estufa, as energias fósseis seguirão mantendo seu peso relativo atual, de 85% do total, o que conduziria a um volume de concentração na atmosfera de 685 partes de dióxido de carbono (CO2) ou equivalentes por milhão, muito longe das 450 que os cientistas consideram que permitiriam limitar o aquecimento climático global a 2 ºC.
Para o órgão, um ponto relevante é estabelecer "um preço significativo" das emissões de CO2 para induzir à mudança tecnológica, mas também a fixação de metas de diminuição de emissões "claras, críveis e mais restritivas" com as quais "todos os grandes emissores, setores e países" precisarão se comprometer.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5486698-EI238,00-Temperatura+global+pode+subir+C+ate+fim+do+seculo+diz+OCDE.html


Comentario: Até quando se está falando em preservação do mundo,aquecimento global entre outros que é um bem para todos consegue ter dificuldades para resolver os problemas.

Médicos reimplantam braço de menina arrancado por trem

Médicos britânicos conseguiram reconectar o braço de uma menina britânica, arrancado quando ela foi atingida por um trem em Killingworth, no nordeste da Inglaterra. Rebecca Huitson, de 12 anos, passou por uma cirurgia no hospital Royal Victoria Infirmary, em Newcastle.
O braço de Rebecca foi arrancado depois que ela foi atingida pelo trem que fazia o trajeto entre Londres e Edimburgo, na Escócia, em um cruzamento de Killingworth, por volta das 18h30 da segunda-feira. O braço foi recuperado e, de acordo com Michael Schenker, cirurgião plástico que reimplantou o membro, o braço de Rebecca sofreu danos "consideráveis".
"Não sei como eles encontraram (o braço), mas fiquei sabendo que foi longe (do local) onde estava a paciente", disse. "Tinha várias fraturas então vamos ter que lidar com isso depois. O principal era levar o fornecimento de sangue de volta ao braço o mais rápido possível, e, até agora, isto está funcionando", acrescentou.
A menina deve passar por mais uma operação. "É impossível prever, no momento, qual será o resultado final, mas estamos trabalhando muito para que ela tenha um braço totalmente útil", disse o médico. Um porta-voz da Polícia de Transportes da Grã-Bretanha informou que eles estão investigando, mas tudo indica que o que aconteceu com Rebecca Huitson foi um acidente.
 
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5486957-EI238,00-Medicos+reimplantam+braco+de+menina+arrancado+por+trem.html
 
Comentario:Outra noticia ótima,conseguir recolocar o braço que foi arrancado e funcionar normalmente como antes, mesmo ainda não estando em estado perfeito os médicos irão cuidar.

Caso perdido, homem se recupera de câncer com células-tronco

Após ser considerado um "caso perdido" pelos médicos, um homem de 36 anos que lutava contra um câncer na traqueia conseguiu a cura e vive uma vida normal graças a um transplante a partir de células-tronco. O método, desenvolvido por cientistas da Suécia que conseguiram criar, pela primeira vez, um órgão a partir de células-tronco, foi publicado na edição de quinta-feira da revista científica The Lancet. As informações são do jornal El País.
O câncer pode desaparecer? Veja curiosidades sobre a doença

Próstata: todos os homens precisam do exame de toque retal?
O câncer de Teklesenbet Andemariam Beyene, morador da Islândia, era considerado incurável pelos médicos. Ele sofria de um tumor que ocupava a parte inferior da traqueia, incluindo ramificações dos brônquios. A quimioterapia não tinha dado resultados e a possibilidade de reconstruir a região atingida com tecidos do próprio paciente não foi possível.
Para curar o paciente, os médicos extraíram as células-tronco da medula óssea, que foram cultivadas em um molde de plástico construído no formato do órgão do paciente. Segundo a equipe médica, esse processo demorou 36 horas. Depois, Beyene foi operado para substituir a parte com tumor pelo molde. Cinco meses depois, Beyene leva uma vida normal. "Claramente esse é o futuro", disse Paolo Paolo Macchiarini, principal autor do trabalho, sobre o potencial das células-tronco.
O tratamento é uma das primeiras demonstrações de uso prático de células-tronco, e, acima de tudo, o primeiro originário de um órgão. Até agora, estas terapias eram desenvolvidas principalmente para ajudar na regeneração de ossos e músculos. O maior benefício da técnica, segundo os pesquisadores, é que o corpo produzido é geneticamente idêntico ao receptor, o que evita o maior problema do transplante: a rejeição.
O impacto deste tipo de pesquisa é tão grande que Gonzalo Varela, vice-presidente da Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica, que trabalha como cirurgião no Hospital Clínico Universitário de Salamanca, não hesita em descrever o trabalho de "espetacular". "Vou ter que rever o que eu sei, porque puxa para baixo muitas ideias", diz ele.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5488565-EI8147,00-Caso+perdido+homem+se+recupera+de+cancer+com+celulastronco.html


Comentário: Essa é uma noticia muito boa que aumenta muito a esperança das pessoas que tem cancer e estão atras de uma cura.Noticias assim todos nós gostariamos que fossem mais frequentes.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Governo americano manda recolher os controles de TV pra reduzir a obesidade

A policia americana iniciou nesta quinta-feira (10), uma força tarefa, de casa em casa, para recolher os controles remotos de TV, aparelhos de som, dvd, e receptores de antenas. A medida é um projeto do governo Obama, para reduzir a obesidade nos Eua. Os equipamentos também estão sendo recolhidos das lojas e fábricas.

Segundo o Porta Voz do governo dos Estados Unidos, sem o uso do controle remoto, os americanos perderão cerca de 20% do peso.

Nas ruas, manifestantes obesos protestaram contra a decisão do governo. “Eu não estou gordo por causa do controle remoto, estou gordo porque como muito; Obama tem que mandar fechar o MC Donalds, ao invés de me tirar o controle remoto da tv”, disse um dos manifestantes.

                                       http://www.g17.com.br/noticia.php?id=509



Governo dos EUA iniciou plano de combate a obesidade mandando a polícia recolher os controles remoto das casas, lojas e fábricas



Comentário:Acho que essa não foi a melhor maneira nem idéia que o governo americano teve para combater a obesidade que cada vez está maior.Há tantos modos saudaveis e sem ter que pegar os controles remotos dos habitantes para acabar com a obesidade.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Siamesas separadas por cirurgia se preparam para voltar para casa

As ex-gêmeas siamesas que foram separadas há duas semanas em um hospital na Califórnia, Angelina e Angelica Sabuco, estão se preparando para deixar o hospital.As meninas estão se recuperando no Lucile Packard Children's Hospital, na Universidade de Stanford, desde que foram operadas em 1º de novembro. Elas nasceram unidas pelo peito e pelo abdômen.O hospital disse na segunda-feira (14) que as meninas, de dois anos, podem voltar para casa nos próximos dias.
Angelina Sabuco, no colo da mãe, Ginady (à esq.), e Angelica, no colo da tia Marita, nesta segunda-feira (14) no hospital em Stanford, na Califórnia (Foto: AP)
As meninas não estão mais com aparelhos e seus fígados estão funcionando normalmente. Agora, elas vão consultar um cirurgião plástico, Peter Lorenz, para continuar o tratamento.
Lorenz disse que os peitos das meninas estão em um formato um pouco anormal, mas eles podem ser moldados à medida que elas crescem.
Elas também terão terapias para ganhar força e recuperar suas habilidades motoras, segundo o hospital.
As meninas apareceram em público em uma entrevista na segunda-feira. Elas pareciam à vontade.
Ginady Sabuco, a mãe, parecia feliz e estimulava as bebês a acenar para os repórteres.
"Estamos muito alegres para ir para casa e ver cada uma sentando em seu próprio banco do carro", disse. "Não podemos esperar para vê-las brincando, andando e correndo."
As meninas estão dormindo em camas separadas, comendo bem e reaprendendo a andar. Elas só andavam de lado, e agora estão aprendendo a andar para frente e para trás.
"O equilíbrio é o maior desafio", disse Amy Weisman, terapeuta.
A cirurgia durou cerca de 10 horas e foi paga pelo seguro de saúde da família.
Depois de 72 horas, elas estavam respirando por conta própria. Após uma semana, elas saíram da UTI para um quarto comum.
Uma equipe de mais de 40 médicos, enfermeiras e outros funcionários participou dos trabalhos.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/siamesas-separadas-por-cirurgia-se-preparam-para-voltar-para-casa.html

Comentário:Mostra que cada vez mais a medicina está evoluindo e que antes casos como esse eram ditos como impossiveis de se reverter hoje já não é mais assim ,como vimos na semana passada na multimidia de mulheres que morreram ao fazer a cirurgia.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

ONU pede mais proteção para as árvores dentro das cidades

Proteger as árvores e florestas situadas dentro e ao redor das cidades requer políticas e investimentos orientados para fortalecer os meios de subsistência e melhorar o meio ambiente em um mundo cada vez mais urbanizado, afirmou nesta segunda-feira a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) em um comunicado.
Esta é a mensagem lançada por causa do Dia Mundial do Habitat pela Associação de Colaboração em matéria de Florestas (CPF na sigla em inglês) da qual a FAO é membro. Com um percentual cada vez maior da população mundial que vive atualmente nas cidades e seus arredores, o CPF pediu aos países que prestem mais atenção à gestão e proteção adequada das florestas urbanas.
Além de melhorar a qualidade dos ambientes urbanos, as florestas nas cidades também podem diminuir os impactos de eventos meteorológicos graves. Servem para proteger os prédios de ventos fortes e inundações e ajudam a economizar energia ao atuar como barreira em estações mais quentes, informa a nota.
"A aceleração do nível das intempéries da natureza que afetam às cidades - como tempestades, secas, inundações e deslizamentos de terras, nos lembram que é de extrema importância ter capacidade de resistência diante dos desastres e que as árvores desempenham um papel importante para proteger o ambiente das cidades", disse o diretor Adjunto da FAO para Florestas, Eduardo Rojas-Briales.
"As boas práticas na silvicultura urbana e periurbana podem contribuir para cidades no sentido da amenizar e proporcionar melhor adaptação aos efeitos da mudança climática" acrescentou. As florestas urbanas também melhoram o bem-estar e as condições de saúde dos cidadãos já que refrescam o ambiente, particularmente nas zonas áridas, segundo a FAO.
"As árvores e florestas nas cidades oferecem à população consciência ecológica e qualidade de vida, e durante o Ano Internacional das Florestas vimos muitos exemplos de atividades comunitárias nas cidades, desde a plantação de árvores a excursões na natureza", explicou Jan McAlpine, diretora da Secretaria do Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas.
"Estes cinturões verdes são também um habitat importante para aves e animais pequenos, um oásis de diversidade biológica em um ambiente urbano", acrescentou McAlpine. Além disso, as árvores constituem ecossistemas vitais na retenção e armazenamento de carbono, e podem se tornar uma fonte alternativa de energia, concluiu.
As florestas urbanas podem servir de laboratório vivo para a educação ambiental nas cidades, ajudando a reduzir a brecha entre a população urbana e as florestas, segundo a nota. A FAO está ajudando a desenvolver diretrizes para os responsáveis das políticas e a tomada de decisões sobre silvicultura urbana e periurbana, com o objetivo de promover políticas sólidas e destacar as boas iniciativas.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5390304-EI238,00-ONU+pede+mais+protecao+para+as+arvores+dentro+das+cidades.html

Comentário:De certa forma é vergonhoso pela ONU ter que pedir mais proteção,isso tinha que parti dos governos porque a arvore é uma necessidade nossa por proteger de desastres como deslizamentos.

Ministério quer proteger fauna ameaçada de extinção no Brasil

O Ministério do Meio Ambiente vai intensificar ações para a redução da lista de espécies da fauna ameaçadas de extinção. Até 2014, o MMA deverá ter planos de ação para a proteção de todas as espécies que correm risco de desaparecer. As informações são do próprio ministério.
"Esse é um dos compromissos assumidos pelo Brasil na COP 10 em Nagoya", observou o secretário de Biodiversidade e Florestas, do MMA, Bráulio Dias, na quinta-feira, quando participou do seminário Construção da Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas de Extinção, no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Bráulio Dias estava se referindo à conferência das Nações Unidas na cidade japonesa de Nagoya, realizada no ano passado, com 193 países, para preservação do planeta. O secretário citou que o País já avançou muito nas ações para a proteção da fauna "como a revisão periódica da lista e instalação de comitês de planejamento das iniciativas" mas são ainda necessárias outras estratégias.
Entre as novas estratégias, Bráulio Dias citou a Aliança Brasileira para Extinção Zero, iniciativa do MMA "para a análise de lacunas entre os critérios usados para a criação de unidades de conservação". Ele explicou que isso significa analisar a relação das áreas protegidas e os resultados de ações de conservação. O secretário ainda citou a necessidade de parcerias com o setor privado e com os governos estaduais.
Na mesa com o secretário de Biodiversidade e Florestas estava o presidente do ICMBio, Rômulo Mello. "Pulamos de 2% pra 23% os planos de ação para proteção de espécies na atual lista de ameaçadas de extinção. Até o final do ano chegaremos a 35% e até o final do Governo Dilma vão alcançar 100%", disse Rômulo Mello.
O presidente do ICMBio comentou iniciativas do Governo Federal para a conservação das unidades de conservação " como o Bolsa Verde, que paga por serviços ambientais a famílias de baixa renda " e a aliança que a ministra Izabella Teixeira firmou com o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante, para estimular cada vez mais o conhecimento científico para a preservação do meio ambiente.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5412662-EI8145,00-Ministerio+quer+proteger+fauna+ameacada+de+extincao+no+Brasil.html

Comentario:Já que nós cada vez mais roubamos um pedaço da vida dos animais explorando florestas e os locais onde vivem,assim aumentando o numero de animais extintos mas com o projeto ira minimizar o numero no Brasil.

Brasileiro pesquisará geração inteira de cidade pelo resto da vida

Único pesquisador de fora da Grã-Bretanha a ser selecionado para receber uma bolsa de R$ 7 milhões da agência The Wellcome Trust, o brasileiro Pedro Hallal tem um projeto ambicioso. Ainda que o financiamento garanta trabalho ao longo de sete anos - desde que apresente resultados -, ele planeja ir além e monitorar as crianças que nascerem no ano de 2015 em Pelotas, cidade do interior do Rio Grande do Sul com mais de 320 mil habitantes, pelo resto da vida - dele e delas.
Docente da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e pesquisador na área de educação física, Hallal vai desenvolver com o financiamento um estudo de coorte, tipo de pesquisa em que indivíduos são classificados para avaliação de incidência de doenças. Entre os objetivos deste tipo de pesquisa estão conhecer o estado de saúde das populações, identificar as causas das principais doenças presentes nesses grupos e desenvolver estratégias preventivas que beneficiem o maior número de pessoas.
Para tanto, o docente pretende identificar todas as mães com parto previsto para 2015 no município gaúcho para acompanhá-las durante a gestação. Os primeiros dados estarão disponíveis a partir do final de 2014, quando o monitoramento das mães for concluído.
Depois, Hallal vai monitorar os hospitais da cidade para registrar os nascimentos a partir de 2015 e iniciar o acompanhamento de todas as crianças. Estima-se em quatro mil o número de partos.
Segundo o professor, estudos assim já foram feitos com sucesso na cidade em 1982, 1993 e 2004. Os acompanhamentos são contínuos e os observados visitam o centro de pesquisas para uma série de exames em que são verificadas a pressão arterial, a composição corporal, as medidas da prática de atividade física, entre outros aspectos, além de responderem a questionários sobre a condição de saúde e econômica das famílias. Caso algum dos observados saia de Pelotas, a equipe mantém contato por telefone. Dos nascidos em 1982, há quase 30 anos, os pesquisadores ainda consegue seguir quase 75% dos participantes.
O ponto de vista do pesquisado
O engenheiro mecânico Moisés Fernandes Borges, 29 anos, participa da pesquisa de coorte de 1982, que abrange 5.914 pessoas. Ele, que admira esse tipo de pesquisa, acredita que pode ajudar simplesmente atendendo aos 'chamados' dos pesquisadores. "Pois quanto maior for o número dos pesquisados ainda ativos melhor será a amostragem, garantindo maior confiabilidade a pesquisa", conta.
Borges lembra que já passou por cerca de 10 avaliações - mas quando era criança também era acompanhado - e explica que o monitoramento ocorre quase sempre por contado telefônico ou com visita à residência, com entrevistas e exames.
O pesquisado é consciente que sua participação na pesquisa é uma maneira de ajudar as próximas gerações, de contribuir com melhorias mais adiante. "Acho que o único retorno é ajudar o coletivo futuro, visto que as conclusões, boas ou más, dificilmente serão aplicadas aos pesquisados", reflete.
A bolsa
A bolsa da agência britânica, nessa modalidade de longo prazo e sem as "amarras" típicas de um projeto tradicional, foi alvo de 900 candidatos. Além do gaúcho, outros 26 pesquisadores foram contemplados com a verba. Hallal aguarda grandes exigências dos patrocinadores, mas está confiante. "Com certeza a Wellcome Trust espera resultados de alto impacto científico e que sirvam para a criação de políticas públicas de promoção da atividade física, uma prioridade internacional da saúde nos dias de hoje", ressalta.
Apoiado em dados de pesquisas similares já realizadas, ele já projeta a continuidade do projeto após o período de sete anos. Seja com novo apoio britânico ou não. "Ainda não sabemos ao certo se será possível o pedido de renovação. Mas, até lá, esperamos que a política de financiamento à pesquisa do governo brasileiro mude e haja comprometimento com pesquisas de longa duração e alto impacto científico", diz.
Os custos da pesquisa
De acordo com o pesquisador brasileiro, estudos de coortes de nascimentos constituem um dos melhores delineamentos de pesquisa em saúde. O monitoramento contínuo dos participantes possibilita a análise das causas e conseqüências dos eventos relacionados à saúde. Mas esse tipo de pesquisa tem um custo. E ele é alto.
Segundo o professor, cada acompanhamento integral durante estes sete anos custará em torno de R$ 500 mil. "Além disso, existe uma equipe fixa que faz com que a coorte funcione. Na prática, acompanhar uma coorte por cerca de 10 anos custa em torno de R$ 20 milhões", conta Hallal. O financiamento recebido também permitirá a Hallal investir em ideias que surjam no decorrer do caminho.
Outro projeto que envolve o recebimento da bolsa é a produção de uma série de artigos científicos sobre atividade física a serem publicados no periódico The Lancet em 2012, na semana da abertura dos Jogos Olímpicos. Pesquisador da área, Hallal acredita que o estudo, que contará com a participação de 30 pesquisadores de 19 países, auxiliará na promoção da prática esportiva, posicionando de vez os exercícios físicos como uma prioridade global de saúde pública a partir da apresentação das consequências deles para a população.
Hallal pretende ainda apresentar os níveis de atividade física da população mundial e identificar as razões que fazem com que algumas pessoas pratiquem atividade física e outras não.
Financiamento no Brasil
No Brasil, bolsas que financiam pesquisas científicas possuem duração menor e costumam ser pagas diretamente ao pesquisador, como ocorre com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). "Uma prioridade do governo deveria ser investir em esquemas como esse, que valorizem a pesquisa de longo prazo e os pesquisadores com atuação destacada em uma área de conhecimento. Além disso, a burocracia para utilização de recursos no Brasil e as dificuldades de importação atrapalham o País de forma importante", aponta Hallal.
Para ele, outros pesquisadores brasileiros teriam chances de receber financiamentos deste tipo, mas muitos trabalham baseados na quantidade e não na qualidade da produção. "Pesquisadores jovens aprendem desde cedo que três artigos em revistas mais ou menos equivalem a um artigo em revista de ponta no cenário internacional, o que é muito mais difícil. Rapidamente eles notam que é mais fácil então publicar três artigos medianos do que um artigo de ponta. E isso só tem piorado nos últimos anos", lamenta.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5400065-EI238,00-Brasileiro+pesquisara+geracao+inteira+de+cidade+pelo+resto+da+vida.html

Comentario:É um projeto legal no qual ele irá pesquisar o estado de saude da população,identificar causas de doenças e desenvolver estratégias preventivas que beneficiem o maior numero de pessoas.

Pesquisadores criam aparelho que detecta problemas cardíacos

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Politécnica de Lausanne, na Suíça, fabricou um dispositivo eletrônico que detecta anomalias no ritmo cardíaco da pessoa em tempo real e envia a informação do eletrocardiograma, já analisada, ao próprio paciente e a seu médico.
O líder do estudo, o espanhol David Atienza, disse que ao contrário de outros aparatos, este é capaz de interpretar dados e avisar quando algo sai do normal. "Até agora, este tipo de dispositivo apenas coletava informação, que mais tarde tinha que ser analisada pelo médico, enquanto este já indica possíveis patologias que o paciente pode apresentar", explicou Atienza.
O investigador afirmou que o aparelho envia uma mensagem ao telefone celular do paciente se detectar algo errado, além de enviar um e-mail a seu médico com informações detalhadas. "Ambos recebem a evolução do eletrocardiograma das últimas duas horas", precisou o pesquisador.
Desta forma, é possível descobrir anomalias cardíacas num estágio muito inicial, o que pode prevenir problemas maiores. O dispositivo, batizado WBSN ("wireless body sensor network"), requer um modo de transmissão das informações padrão, que pode ser via GPS, 3G ou Bluethooth, e pode ser usado em celulares iPhone, Nokia e HTC.
Atienza contou que a eficácia do WBSN foi comprovada em 20 pacientes com problemas cardíacos e em mais cem pessoas, mas que antes de ser comercializado o aparelho precisa passar por mais uma etapa de estudos. "O processo completo deve estar pronto em quatro ou cinco meses, porque já temos a tecnologia, que é o mais complicado", disse o cientista.
Seu lançamento no mercado, no entanto, pode demorar um pouco mais pois dependeria de decisões empresariais das companhias que já demonstraram interesse em comercializar o aparelho. De acordo com Atienza, existem duas empresas interessadas em sua venda, e três companhias de saúde que pretendem comercializar o produto aos seus assegurados.
"Segundo meus cálculos, se forem fabricadas cinco mil unidades, o que é um número razoável de alcançar, o dispositivo poderia ser vendido por cerca de 50 euros", estimou o líder do estudo.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5422968-EI8147,00-Pesquisadores+criam+aparelho+que+detecta+problemas+cardiacos.html

Comentario:Mostra que tem tantas coisas que se pode fazer para prevenir e evitar problemas maiores,junto a tecnologia do jeito que envia para o celular se uqalquer coisa está errada,é o avanço da ciencia com a tecnologia.

Cientista: Brasil não está preparado para epidemia mortal

Um vírus letal que se espalha rapidamente por todo o planeta, causando pânico e caos entre a população. O tema do filme Contágio, em cartaz nos cinemas brasileiros, foi debatido nesta sexta-feira por especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio. A iniciativa do debate foi da Foundation for Vaccine Research, dos Estados Unidos.
De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, Marcio Garcia, o Brasil tem experiência e conhecimento em vigilância e investigação, que faz do País capaz de dar resposta razoável contra um vírus letal.
"Temos uma rede nacional de alerta e resposta que, inclusive, é conectada com a sala dos CDC Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos), que aparece no filme, em uma rede internacional. Também temos um programa especializado em investigação de surtos, que é o Epsus, com mais de 100 pesquisadores formados", disse ele.
A infectologista Patrícia Brasil, da Fiocruz, discorda da análise. Ela disse que O Brasil é um País que não consegue conter o avanço de doenças já conhecidas e que podem ser combatidas, como a tuberculose e a dengue, e sequer tem condições de responder a um vírus como o do filme.
"Na verdade, ninguém está preparado para um vírus como esse (do filme Contágio). E nós temos nossos próprios pesadelos, como a tuberculose. Na epidemia de dengue de 2008, foram mais de 300 mil casos, mais de 40% de mortes de crianças. Temos a reintrodução da malária. São muitos os desafios de saúde pública ainda. Nosso sistema de saúde já é caótico, não só o público, com emergências lotadas. Imagine com uma epidemia de vírus letal?", pergunta a pesquisadora.
O pesquisador Mauro Schechter, da UFRJ e membro da entidade que promoveu o debate, lamentou que se invista tão pouco em pesquisa de novas vacinas. Ele defendeu o financiamento de organismos multilaterais em estudos nessa área "Vacina não dá dinheiro. A não ser que seja para algumas patologias, como HPV, cuja vacina é muito cara. Mas criar uma vacina para tuberculose ou malária não é rentável, por exemplo. O Estado tem outros problemas para resolver, como garantir saúde, educação, segurança e transporte para a população. Por isso, há a necessidade de esforços internacionais conjuntos".
De acordo com Schechter, especialista em HIV, para desenvolver uma vacina contra a Aids em dez anos seriam necessários investimentos adicionais de U$ 5 milhões a US$ 10 milhões por ano sobre o que já se investe hoje em pesquisa. "O que é feito hoje é insuficiente", lamentou o pesquisador.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5441659-EI8147,00-Cientista+Brasil+nao+esta+preparado+para+epidemia+mortal.html

Comentario:Como para muitos lugares o Brasil não tem condição de suportar uma nova epidemia mortal, sendo um assunto a ser debatido e resolvido o quanto antes.

Cientistas conseguem reverter envelhecimento celular

Cientistas franceses conseguiram recuperar a juventude de células de doadores centenários, ao reprogramá-las ao estágio de células-tronco, demonstrando assim que o processo de envelhecimento é reversível. Trabalhos sobre a possibilidade de apagar as marcas do envelhecimento celular, publicados na edição desta terça-feira da revista especializada Genes & Development, marcam uma nova etapa na direção da medicina regenerativa com vistas a corrigir uma patologia, ressaltou Jean-Marc Lemaitre, do Instituto de Genômica Funcional (Inserm/CNRS/Université de Montpellier), encarregado destas pesquisas.
Segundo um cientista do Inserm, outro resultado importante destes trabalhos é compreender melhor o envelhecimento e corrigir seus aspectos patológicos. As células idosas foram reprogramadas "in vitro" em células-tronco pluripotentes iPSC (sigla em inglês para células-tronco pluripotentes induzidas) e, com isso, recuperaram a juventude e as características das células-tronco embrionárias (hESC). Estas células podem se diferenciar dando origem a células de todos os tipos (neurônios, células cardíacas, da pele, do fígado...) após a terapia da "juventude" aplicada pelos cientistas.
Desde 2007 os cientistas demonstraram ser capazes de reprogramar as células adultas humanas em células-tronco pluripotentes (iPSC), cujas propriedades são semelhantes às das células-tronco embrionárias. Esta reprogramação a partir de células adultas evita as críticas ao uso de células-tronco extraídas de embriões.
Nova etapa
Até agora, a reprogramação de células adultas tinha um limite, a senescência, última etapa do envelhecimento celular. A equipe de Jean-Marc Lemaitre acaba de superar este limite.
Os cientistas primeiro multiplicaram células da pele (fibroblastos) de um doador de 74 anos para alcançar a senescência, caracterizada pela suspensão da proliferação celular. Em seguida, eles fizeram a reprogramação "in vitro" destas células. Como isto não foi possível com base em quatro fatores genéticos clássicos de transcrição (OCT4, SOX2, C MYC e KLF4), eles adicionaram outros dois (NANOG e LIN28).
Graças a este novo "coquetel" de seis ingredientes genéticos, as células senescentes reprogramadas recuperaram as características das células-tronco pluripotentes de tipo embrionário, sem conservar vestígios de seu envelhecimento anterior. "Os marcadores de idade das células foram apagados e as células-tronco iPSC que nós obtivemos podem produzir células funcionais, de todos os tipos, com capacidade de proliferação e longevidade aumentadas", explicou Jean-Marc Lemaitre.
Os cientistas em seguida testaram com sucesso seu coquetel em células mais envelhecidas, de 92, 94, 96 até 101 anos. "A idade das células não é definitivamente uma barreira para a reprogramação", concluíram.
Estes trabalhos abrem o caminho para o uso de células reprogramadas iPS como fonte ideal de células adultas toleradas pelo sistema imunológico para reparar órgãos ou tecidos em pacientes idosos, acrescentou o cientista.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5446180-EI238,00-Cientistas+conseguem+reverter+envelhecimento+celular.html

Comentario: Medo da morte muitos de nós já não temos, e logo alguns poderão ter a capacidade de adiá-la. É a ciência evoluindo e modificando o processo de envelhecimento.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Poluição do ar mata pelo menos 2 milhões de pessoas por ano

Pelo menos 2 milhões de pessoas morrem no mundo devido à má qualidade do ar causada por poluição. A conclusão é da Organização Mundial de Saúde (OMS), que analisou dados de 1,1 mil cidades, de 91 países, com mais de 100 mil habitantes. Segundo especialistas, a contaminação do ar pode levar a problemas cardíacos e respiratórios.
"A poluição atmosférica é um grave problema de saúde ambiental. É vital que aumentemos os esforços para reduzir o impacto na saúde que a poluição atmosférica cria", disse a diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, Maria Neira.
De acordo com ela, é necessário que as autoridades de cada país façam monitoramentos constantes para medir a poluição do ar. "Assim podemos reduzir significativamente o número de pessoas que sofrem de doenças respiratórias e cardíacas e até de câncer de pulmão".
Segundo Neira, é fundamental lembrar que a poluição do ar é provocada por vários fatores, como os gases de escapamentos dos veículos, a fumaça de fábricas e fuligem das usinas de carvão. "Em muitos países não há qualquer regulamentação sobre a qualidade do ar. Quando há normas nacionais, elas variam muito na sua aplicação".
A OMS informou ainda que em 2008 cerca de 1,34 milhão de pessoas morreram prematuramente por causa dos efeitos da poluição sobre a saúde. De acordo com especialistas, políticas de prevenção podem evitar as mortes prematuras.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5378221-EI8147,00-Poluicao+do+ar+mata+pelo+menos+milhoes+de+pessoas+por+ano.html


Comentário:Isso mostra que temos que ter mais preocupação ainda com a poluição do ar,e que este número de pessoas mortas é muito grande,além das pessoas que estão com problemas respiratórios e cardíacos.Já ta hora de houver uma conscientização maior.

domingo, 25 de setembro de 2011

Assembleia da ONU apoia plano contra doenças crônicas

O mundo corre riscos econômicos se os governos não conseguirem se aliar à iniciativa privada no combate a doenças letais como o câncer e o diabetes, disseram participantes de um evento especial da ONU sobre doenças crônicas. A sessão da Assembleia Geral da ONU a respeito de doenças não-transmissíveis continua na terça-feira. Essa é apenas a segunda vez na sua história que a entidade realiza um evento desses para discutir questões globais de saúde - a primeira, há dez anos, abordou a epidemia de Aids.
"Nossa colaboração é mais do que uma necessidade de saúde pública. As doenças não-transmissíveis são uma ameaça ao desenvolvimento", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na reunião. "As doenças não-transmissíveis atingem os pobres e vulneráveis de forma particularmente dura, e os levam a se afundarem mais na pobreza."
Segundo o Fórum Econômico Mundial, as doenças crônicas matam 36 milhões de pessoas por ano e custarão quase 47 trilhões de dólares à economia mundial nos próximos 20 anos. O número de mortes pode subir a 52 milhões por ano nesse período, estima a Organização Mundial da Saúde.
O desafio de criar um plano global de ação contra doenças cardíacas, câncer, diabetes, doenças mentais e doenças respiratórias é difícil e complexo. Muitos desses males estão vinculados a maus hábitos envolvendo alimentação, tabagismo, consumo de álcool e sedentarismo. Por isso, os governos precisam cooperar com empresas que produzem alimentos, remédios e cigarros, e também com empregadores que mantêm locais de trabalho ambientalmente nocivos.
Impacto financeiro
A reunião já começou com as expectativas esvaziadas, pois os países ricos e as empresas multinacionais dificilmente aceitarão sofrer um impacto financeiro em curto prazo para ajudar a financiar e promover iniciativas de saúde em nações mais pobres. Na segunda-feira, a Assembleia Geral adotou uma declaração reconhecendo o ônus econômico e social das doenças crônicas, mas sem estabelecer metas específicas para a redução do seu impacto.
As recomendações incluem a promoção de dietas mais saudáveis, ambientes de trabalho livres do cigarro, programas para exames contra o câncer e estímulo ao aleitamento materno durante cerca de seis meses após o parto, além de estimular alianças para a descoberta de novos remédios. Mesmo vago, o esforço é importante, segundo especialistas.
Uma das maiores incógnitas é o papel das grandes empresas alimentícias e do tabaco, cujos produtos já sofrem forte vigilância nas nações desenvolvidas devido à sua influência sobre a incidência de obesidade e doenças respiratórias.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5359220-EI238,00-Assembleia+da+ONU+apoia+plano+contra+doencas+cronicas.html

Comentário: Parece absurdo pensar que a última reunião foi há dez anos, mas logo ao pensar a atuação das multinacionais,e que os países ricos sofrerão um grande impacto negativo ao ajudar nesse processo, tudo se explica, imfelizmente.

Elefante é internado em hospital após pisar em mina terrestre

O elefante precisa do apoio de um poste para se levantar após ter perdido parte da pata na explosão de uma mina. Foto: AP O elefante precisa do apoio de um poste para se levantar após ter perdido parte da pata na explosão de uma mina

O elefante Pa Hae Po, um macho de 22 anos, está recebendo tratamento no hospital de elefantes na província de Lampang, no norte da Tailândia. O animal perdeu parte da pata esquerda dianteira depois de pisar em uma mina terrestre. O acidente ocorreu perto da fronteira com Mianmar.
A instituição que recebeu Pa Hae Po é o primeiro hospital veterinário especializado em elefantes do mundo. O local, fundado e mantido por doações públicas, tem capacidade de atender até 20 paquidermes. A maioria dos animais chega ao hospital com ferimentos causados por veículos, armas de fogo ou minas terrestres.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5346210-EI8145,00-Elefante+e+internado+em+hospital+apos+pisar+em+mina+terrestre.html

Comentário: Animais tem vida livre, ou assim deveriam ter. Sem carros, violência, buscando seu espaço, seu alimento, sua vida. Hoje eles tem que se adaptar a uma realidade das pessoas, sendo que nem elas conseguem se adaptar ou viver assim.

Astrônomo brasileiro explica como descobrir estrelas

Combinação de três imagens mostra localização das novas estrelas nos quadros superior e inferior. No quadro ampliado central, o aglomerado do qual os .... Foto: Alexandre Roman/Divulgação Combinação de três imagens mostra localização das novas estrelas nos quadros superior e inferior. No quadro ampliado central, o aglomerado do qual os astros massivos se afastaram.
Foto: Alexandre Roman/Divulgação
Alexandre Roman Lopes se dedica a caçar estrelas. Radicado no Chile, onde dá aulas e realiza pesquisas na Universidade La Serena, ele acaba de descobrir duas bem raras, cada uma com o equivalente a 80 massas solares.
Mas ao contrário de Cristóvão Colombo, que (dizem) chegou à América ao acaso, para descobrir estrelas não basta apontar um telescópio para o céu e esperar que os astros deem o ar da graça. É preciso saber onde e como olhar. Para Alexandre, a busca começou dois anos atrás.
Doutor em astronomia pela Universidade de São Paulo, sua linha de pesquisa é a descoberta e caracterização de aglomerados de estrelas massivas: "estrelas gordinhas", brinca ele, em entrevista concedida ao Terra. Trata-se, na verdade, de estrelas de muita massa e luminosidade, com uma composição incomum de gases e metais que podem ajudar a entender a origem do universo e da vida.
Estrelas massudas
O par de estrelas descobertas por Alexandre com a ajuda dos colegas Rodolfo Barba e Nidia Morrell são espécimes raros em um lugar improvável, e são as de maior massa já encontradas pelo brasileiro, que até então, havia descoberto estrelas com até 50 vezes a massa do sol. Apenas isso já serviria para classificá-las como raras, mas elas ainda estão isoladas do centro onde foram criadas, outra situação pouco comum.
As estrelas WR20aa e WR20c provavelmente se afastaram do aglomerado após perturbações gravitacionais e seguiram uma trajetória de afastamento do grupo. O surpreendente é que elas não tenham se desintegrado no caminho. "Esses objetos vivem pouco, na escala de duração do universo" diz Alexandre, que depois de explicar que a palavra mais correta para se referir a estas estrelas seria "massudas", continua se referindo a elas como "massivas", termo mais usado.
"Elas produzem uma quantidade tão grande energia que elas esgotam seu combustível de forma muito rápida", explica. Os dois corpos identificados pelos pesquisadores não devem ter mais de 2 milhões de anos, e de acordo com o astrônomo, elas não terão uma vida muito mais longa que isso. A descoberta de Alexandre é um grande feito em sua carreira e, a partir de sua história, podemos montar um passo-a-passo para quem quiser descobrir a sua própria estrela.
Aposte no conhecimento "inútil"
Alexandre, que também é físico, já deu aulas para o ensino médio em São Paulo e cansou de ouvir perguntas de alunos desanimados sobre porque estudar matemática, física, biologia, essas "coisas que eu nunca vou usar na vida", diziam os estudantes. "A ciência pura dá resultados a longo prazo", responde o astrônomo. Para ele, o Brasil ainda tem uma visão atrasada. É bastante óbvio que os Estados Unidos não gastam bilhões de dólares para mandar o telescópio Hubble ao espaço para fazer fotos bonitas. "Eles sabem que conhecimento científico gera poder econômico, militar e de todo tipo" diz Alexandre.
Consiga tempo em um telescópio
Para descobrir uma estrela você provavelmente vai precisar de um telescópio profissional, e estes equipamentos ficam sediados em instituições que decidem com cuidado quais projetos merecem ganhar o dinheiro de gastar US$ 15 mil dólares por noite em observações espaciais. Por isso, as propostas apresentadas devem ser relevantes e embasadas.
Alexandre realizou uma extensa pesquisa antes de submeter seu projeto à universidade chilena. Ele chegou a encontrar diversos registros da zona que ele gostaria de observar, e foi em documentos da base de dados do ESO (Observatório Europeu do Sul) que ele identificou os dois corpos que suspeitou serem estrelas massivas. "Então alguém que coletou esses dados no passado não se deu conta do que tinha na mão", diz Alexandre, que reconhece que eram necessárias habilidades e conhecimentos prévios para ver nos documentos de cinco anos de idade os indícios das estrelas que ele buscava.
A partir destes dados e com embasamento teórico - além de um método criado pelo próprio cientista para aprimorar a seleção de corpos com potencial de serem estrelas massivas - ele pôde submeter um projeto observacional à comissão de especialistas que lhe concedeu tempo no telescópio chileno. Com os novos dados obtidos - de melhor qualidade que os do ESO - ele pôde detectar a luz das duas novas estrelas.
Apenas o início
A descoberta é um marco importante, mas por mais que pareça o fim de um longo processo e de muitos estudos, é apenas o ponto de partida para investigações mais profundas. A importância de analisar estrelas raras como as encontradas por Alexandre é que nelas podem ser estudados diversos mecanismos de formação e evolução dos astros. Se as estrelas comuns já são bastante conhecidas pelos cientistas, as massivas e outros tipos raros ainda escondem mistérios que podem ajudar na compreensão do universo. As "estrelas gordinhas" de Alexandre provavelmente serão estudadas por outros pesquisadores. O brasileiro precisa apontar o telescópio na direção de novas descobertas.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5329469-EI301,00-Astronomo+brasileiro+explica+como+descobrir+estrelas.html

Comentário: É bom saber que sim, podemos usar o que aprendemos no colégio em outros lugares, onde achamos muitas vezes inacessível. Tendo uma boa proposta, saber argumentar e correr atrás é um bom começo.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estudo: comer carne vermelha aumenta risco de diabetes

Comer duas fatias de toucinho, uma salsicha ou uma porção diária de carne vermelha aumenta significativamente o risco de diabetes tipo 2, alertou um amplo estudo feito nos Estado Unidos e publicado esta quarta-feira na versão online da revista American Journal of Clinical Nutrition. O risco de desenvolver diabetes tipo 2 aumenta 51% se forem consumidas 50 g de carne vermelha processada por dia, e 19% se forem ingeridas 100 g diárias de carne vermelha não processada.
No entanto, estes riscos diminuem se a carne vermelha for substituída por frutas secas, carnes brancas, lácteos pobres em gordura ou proteínas de grão inteiro, explicam os especialistas. Se uma pessoa que consome 100 g de carne vermelha todos os dias trocar por frutas secas para obter a mesma quantidade de proteínas, diminui em 17% o risco de diabetes. Este número aumenta para 23% se forem consumidos cereais integrais.
O estudo
Realizado por cientistas da Escola de Saúde Pública de Harvard, esta é a maior pesquisa do tipo feita até agora. "Claramente, os resultados deste estudo têm implicações na saúde pública, em vista da epidemia crescente de diabetes tipo 2 e do consumo de carnes vermelhas em todo o mundo", disse o autor principal do estudo, Frank Hu.
"A boa notícia é que estes fatores de risco preocupantes podem ser compensados, substituindo a carne vermelha por uma proteína mais saudável", acrescentou Hu, professor de nutrição e epidemiologia.
Os dados utilizados no estudo foram obtidos em um questionário que profissionais da saúde submeteram a mais de 200 mil pessoas nos Estados Unidos. As pessoas estudadas foram acompanhadas entre os 14 e os 28 anos.
A doença
A diabetes tipo 2 afeta 350 milhões de adultos em todo o mundo. Nos Estados Unidos, mais de 11% dos adultos maiores de 20 anos - 25,6 milhões - sofrem da doença, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.
Doença crônica que implica em elevados níveis de açúcar no sangue, a diabetes tipo 2 é frequentemente causada por obesidade, sedentarismo e hábitos alimentares pouco saudáveis.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5290437-EI8147,00-Estudo+comer+carne+vermelha+aumenta+risco+de+diabetes.html


Comentário:Isso reflete porque o número de pessoas com diabetes aumenta tanto no mundo, e tornando a carne  um tormento para a saúde,meio-ambinete entre outras coisas.

Aquecimento força espécies a migrar mais rápido, diz estudo

As mudanças climáticas parecem estar forçando muitos seres vivos a emigrar para locais mais favoráveis até três vezes mais rapidamente do que se pensava até agora, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science.
Cientistas compilaram estudos anteriores sobre a migração das espécies e os combinaram em uma meta-análise que demonstrou uma clara tendência de movimento rumo a climas mais frios, com migrações mais rápidas nos locais onde o calor é mais intenso.
"Estas mudanças a um distanciamento de animais e plantas em relação ao equador de 20 centímetros por hora, a cada hora do dia, durante todos os dias do ano", disse o responsável pelo projeto, Chris Thomas, professor de Biologia na Universidade de York, no Reino Unido.
"Isto tem acontecido nos últimos 40 anos e vai continuar pelo menos durante o restante deste século", acrescentou. O estudo é "um resumo do estado de conhecimento do mundo sobre como as espécies estão respondendo às mudanças climáticas", explicou a co-autora do trabalho e professora de Ecologia de York, Jane Hill.
"Nossa análise mostra que as taxas de resposta às mudanças climáticas são duas ou três vezes mais rápidas do que se pensava", sustentou. Os dados provêm de estudos de aves, mamíferos, répteis, insetos, aranhas e plantas em Europa, América do Norte, Chile, Malásia e ilha de Marion, na África do Sul.
Ao agrupar os estudos e analisar seus resultados, os cientistas encontraram pela primeira vez um vínculo entre o aumento da temperatura e a movimentação dos organismos. "Esta pesquisa mostra que o aquecimento global está fazendo com que as espécies se movam para os polos e para as elevações mais altas", destacou outro dos autores do estudo, I-Ching Chen, pesquisador da Academia Sinica, em Taiwan.
"Demonstramos pela primeira vez que a mudança na distribuição das espécies se correlaciona com as mudanças do clima nessa região", afirmou. Estudos anteriores sugeriram que algumas espécies estão em risco de extinção devido à sua mudança de habitat, mas estes não se aprofundam no tema.
Ao invés disto, os cientistas disseram esperar que a análise dê uma imagem mais precisa das mudanças que acontecem em todo o planeta. "A comprovação de quão rápido as espécies estão se movimentando devido às mudanças climáticas indica que muitas, de fato, podem estar se encaminhando rapidamente para a extinção onde as condições climáticas estão se deteriorando", afirmou Thomas.
"Por outro lado, outras espécies estão migrando para novas áreas, onde o clima se tornou adequado, de forma que haverá alguns ganhadores e muitos perdedores", afirmou. 
 
 
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5303072-EI8145,00-Aquecimento+forca+especies+a+migrar+mais+rapido+diz+estudo.html
 
Comentário:Mostra que o aquecimento do planeta está ocorrendo mudanças climáticas e ocasionando interferências na vida dos animais.

Amazônia enfrentou em 2010 a maior seca da história, diz cientista do Inpe

Pesquisadores conseguiram desvendar o fenômeno climático que desencadeou as secas de 2005 e 2010, na Amazônia. O resultado dos estudos foi publicado pelo cientista climático José Marengo, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), na revista americana Geophysical Research Letters. Seu artigo revela que a seca de 2010 foi a mais severa desde que as medições hidrológicas foram instaladas no Rio Negro, em 1903.
Os períodos de estiagens intensos são atribuídos à confluência de dois fenômenos climáticos de rara ocorrência continua. O primeiro foi um El Niño, que é o aquecimento das águas do oceano Pacífico Sul, o que intensifica as secas em várias regiões do Brasil. O fenômeno ocorreu entre dezembro e abril, justamente no período das chuvas na Amazônia, o que reduziu drasticamente o nível dos rios.
E depois, justamente durante a seca, houve um aquecimento das águas do Oceano Atlântico acima da linha do Equador – o que faz com que a umidade acumulada pela junção das correntes de ar que transitam pelo planeta permaneça no Hemisfério Norte, deixando a região da Amazônia muito mais seca. “Frente a duas ocorrências tão intensas houve uma drástica mudança no padrão das chuvas da região e tivemos as secas de 2005 e 2010”, explica o pesquisador José Marengo.
Seca no Rio Negro (Foto: Euzivaldo Queiroz/A Crítica/Reuters)Seca no Rio Negro, em 2010, um dos principais afluentes do Rio Amazonas (Foto: Euzivaldo Queiroz/A Crítica/Reuters)
Intensidade
A diferença entre as duas tragédias é que a intensidade foi diferente. A primeira atingiu a região sul da Amazônia entre os rios Madeira e Solimões. “Já a seca de 2010 foi mais intensa na Amazônia Central e no leste da região”, explica.
Um segundo estudo do Inpe mostra que o mesmo fenômeno que intensificou as secas foi responsável pelas chuvas de 2009. Mas as chuvas ocorreram por um fator contrário, ou seja, houve o aquecimento das águas do Atlântico abaixo da Linha do Equador, o que jogou a massa de ar que fica acumulada nessa região para a Amazônia e o Nordeste. O resultado foram as inundações e enxurradas que assolaram as populações dessas regiões.
Essa alternância de fenômenos climáticos na Amazônia já foi indicada nas modelagens feitas pelo Hadley Center, um instituto inglês de estudos climáticos, onde há uma previsão de uma grande alternância de extremos climáticos para todo o Brasil. “Não podemos ainda afirmar nada sobre esses fenômenos serem uma confirmação de mudanças climáticas, porém são sinais que as modelagens podem estar certas”, conclui Marengo.


http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/08/amazonia-enfrentou-em-2010-maior-seca-da-historia-diz-estudos-do-inpe.html
Comentario:Esse fenômeno climático que está acontecendo na Amazônia com secas e chuvas intensas é preocupante pois pode prejudicar a população que de certa forma precisa que tenha um ciclo de chuva normal para sobreviver.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Cachorro faz amizade com filhote de leão em reserva africana

Um cão de caça e um filhote de leão se tornaram amigos na reserva natural privada de Tshukudu Game, na África do Sul.
Norman, o cachorro, foi comprado pela reserva para ajudar a afugentar ladrões, mas acabou adotando o leãozinho Bhubesi.
O guarda-florestal Jaco Venter, que criou o filhote de leão, diz que quando se aproxima dos dois, Bhubesi chega a brigar pela atenção do cachorro.
Bhubesi, de seis meses de idade, foi rejeitado pela mãe e está sendo criado na reserva por Jaco e sua namorada Wendy.
Passeio
A amizade foi registrada pelo fotógrafo de vida selvagem Stu Porter, de 36 anos, que estava em um safári na região.
Segundo o fotógrafo, as imagens foram feitas durante a caminhada matinal onde o cachorro é treinado para se mover na reserva.
'Eles são sempre muito amigáveis um com o outro, exceto na hora de comer, quando os instintos falam mais alto. Mas aí eles são alimentados separadamente', disse o fotógrafo à agência de notícias britânica Caters.
Cachorro faz amizade com filhote de leão em reserva africana (Foto: Stu Porter/Caters)Cachorro faz amizade com filhote de leão em reserva africana (Foto: Stu Porter/Caters)
 
 
Comentário: Solidariedade. A união entre as mais distintas espécies vem sendo mostrada de forma gloriosa. Que sirva de exemplo pra outras tantas.